Não quero discursar sobre expectativas nem reflexões. Farei apenas um registro da mineiridade de que tenho orgulho de fazer parte. Aquele que faz com que fiquemos horas em engarrafamentos para ver as luzes de natal, seja na praça da liberdade ou na praça do Papa e agora, na árvore de natal da lagoa da Pampulha. Mas mineiro desde sempre grita no silêncio. Acredita em coisas boas, simples e que são o circo que tanto precisamos para alimentar e elevar nossos corações e mentes.
Que tenhamos muito circo e muito pão em 2008, com mais picadeiro e menos picaretas como governantes. Que a comida seja abundante e que a pizza no congresso seja escassa, e que os impostos pagos sejam usados e não desviados. E que finalmente, possamos ser platéia e não os palhaços. Feliz Ano-Novo!

(Para quem acredita que o tempo existe!)
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