Solitude

“… Os tempos mudaram os sentidos, hoje sinaliza, não princípios, mas o fim que ansioso nos espera. Numa vida que nos escora, da morte já mostra indícios, Não queria, mas sou parte disso. A solidão é meu vício.”  (É uma pena que seja assim) Electra N. Barbabela in “Solidão”, A Metade Negra

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No Horizonte

No horizonte para onde aponto minha fronte perco meu olhar pela linha infinita e nas vagas que tocam minha vista procuro respostas ou um sentido para a vida na espuma da onda que o mar agita. No horizonte linha que separa céu e mar feito ponte navios cargueiros, barcos pesqueiros transportam em caixotes alegrias, tristezas […]

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Tateando às cegas

Andando às cegas batí a cara no muro não tive culpa estava escuro… escuro. Andei mais depressa querendo ver meu futuro tropecei, não ví a pedra estava escuro… escuro. Parei para rever minha vida num pedaço de filme, num furo nada ví e para sempre me perdí no escuro… no escuro. Electra Natchios Barbabela Queria […]

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Mundo chato, chato mundo.

O mundo está muito estranho. Viver ficou mais difícil. Não quero analisar economia, trânsito, violência, nada disso. Estou falando das relações interpessoais, da falta ou da frieza delas. Exemplo? O que você sabe sobre os seus vizinhos? Quem são as pessoas que moram no mesmo prédio que você ?   O que sabe sobre elas,  os […]

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Over

Esta foi a semana do “muito”: o que foi bom foi muito bom, o que foi ruim foi muito ruim. Surpresas muito boas, tristeza muito profunda, emoções muito fortes. Semana punk, principalmente para quem tem uma certa dificuldade em digerir sensações intensas, quanto mais, em ritmo de montanha russa. Thanks a quem atendeu ao meu […]

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FRATURA EXPOSTA

Sou a vida que se esvai sem se notar, Sofrimento que não se percebe, Amor declarado que não se recebe, Púrpura amante, pálido pecado comete, Sou o trilho interrompido de repente, Caminho sem brilho, destino ausente, Sorriso amarelo, fingir contente, Doido de loucura, razão que não entende, Sou abstração que se pode tocar, Dor de […]

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EXILADA

“…Exílio do corpo é um canto; exílio da alma, um pranto, quando a vida (ou a morte) e o tempo permitem que o esquecimento caia no chão, como um manto. Tapete pra pagar hospedagem do impagável reduto, grande antro de vazio e saudade.” Electra N. Barbabela, in Hotel dos Exilados – A Metade Negra (Exilada […]

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FLORES INVISÍVEIS

Hoje eu quis falar de amormas minha boca não deixou. Meus olhos se fecharam, para o passado me levaram e a velha quimera, acordou. Hoje eu quis viver poesia ser abraçada por todo um dia entregar-me à vida vadia. Mas o dia acabou. Hoje eu quis falar de amor Hoje eu quis falar Hoje eu […]

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