Eu sigo os seguintes critérios para comprar “presentinhos” para mim mesma: tirando o fato da coisa em sí piscar pra mim, gritar meu nome na vitrine, que eu reconheço que é coisa de paranótica, os outros sevem pelo menos para refletir. Primeiro, se aquilo é a minha cara. Caso contrário, descarto na hora. Segundo, saber se aquela peça combina com outras do guarda roupa ou será usada uma vez na vida e outra na morte. Se não combinar, deleta.  E a terceira é ultima é o preço.  O preço tem dois valores. O primeiro é aquele real, de custo, de você saber se pode ou não pagar. Não fique vendendo sua alma para comprar nada. Se este não for o seu caso, vamos para o segundo valor. É o valor que cada um de nós damos às coisas que são importantes para nós. Estou falando aqui de materiais mesmo. Uns, têm prazer em comer e não se importam e pagar uma fortuna num jantar e acham um sapato de couro italiano caro. Para quem gosta de sapatos italianos, um videogame de última geração pode ser um absurdo e assim sucessivamente. Óbvio que não estou defendendo os abusos praticados em nome de uma classe que quer manter seu status Quo, mas estou apenas exemplificando que o que nos move no consumo o qual chamamos objetos de desejo. Não importa de onde venham, se da feira da artesanato da Afonso Pena ou do vale do Silício nos EUA. Todos nós temos. Bom, poderia ficar escrevendo horas sobre o tema, mas vou parar por aqui e ilustrar algumas pecinhas adquiridas que de repente podem servir de inspiração (ou não) para alguém. Eu adorei garimpar cada uma.

Anel da “Achados de viagem” – Gal. Fernandes Tourinho
Sapato Chá do Chapeleiro Louco (Virgínia Barros)
Bolsa de Palha

Brinco de pedra verde – (Botões)

Colar Carrie Bradshaw (Sex and the City)

Colete de Renda – (Botões)
Anel verde com pedra brilhante (Botões)

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