No horizonte
para onde aponto minha fronte
perco meu olhar pela linha infinita
e nas vagas que tocam minha vista
procuro respostas
ou um sentido para a vida
na espuma da onda que o mar agita.
No horizonte
linha que separa céu e mar feito ponte
navios cargueiros, barcos pesqueiros
transportam em caixotes
alegrias, tristezas e esperanças aos montes
No horizonte
onde mil tons de azuis
na luz da tarde esmaecem
e onde minha matiz blue se esconde,
o cair da noite anuncia
que mil estrelas pequeninas
indicarão o caminho para longe.
Electra N. Barbabela 
(Eu quero e preciso de paz. Só isso.)
25/01/2004 – Vila Velha
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