Minha cabeça dói. O choque da eterna luta de “ficção científica” em meu cérebro (sim, porque os nomes dos processos e dos controladores alopáticos em meu cérebro parecem mais comandos da Enterprise). Ironizo porque dá mais leveza, mas enche o saco. Queria estar ao lado de pessoas das quais sinto falta e que ajudariam a amenizar um pouco tudo isso, mas a vida ou a morte as levaram de mim. Então me fecho, pois o preconceito e a indiferença se aliam de forma covarde e me tornam uma pedra. Não sabia que o mundo era tão falso. A matrix é a metáfora perfeita para mostrar isso, só que sinceramente, pra mim demorou um pouco pra cair a ficha. Saber que as pessoas “gostam” dessa falsidade, porque assim mantém-se a ordem.

Isso em todos os âmbitos: escala social, na política, e por aí vai. Que nojo, que pena, que triste!

“Ser verdadeiro nesse mundo é um difícil,
eu acho que são os ossos do ofício.”
Zeca Baleiro

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