Ventos de agosto,
frios, cortantes,
doem no osso.
Ventos de agosto,
anunciados em março
finada colorida estação,
das brisas que encerram o verão.
Correndo e sibilando aos cachos,
por sobre leito seco de riachos,
os silfos ecoam alto,
sons que estremecem a alma,
e transformam-se em melodias
notas suaves, calma.
Ventos de agosto,
limpam o céu com vontade,
num profundo tom azul
Ventos frios da terra do fogo
que congelam muitas almas,
destruam com seus rodopios
os corações feitos de pedra…
Ventos de São Francisco do Sul.
Electra Natchios Barbabela – 18/08/2003 – 11:05h.
(Os ventos trazem e levam tudo)
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