Author Cláudia Braga

  • Dia Nacional do Livro

    Minha homenagem a todos os que lutam nesse país por mais cultura e educação.

     

  • Stephen King detona Crepúsculo: ‘Pornô para pré-adolescentes’

    Stephen King, autor de clássicos como O Iluminado, A Coisa e Christine

     Em entrevista a jornal, autor critica ainda Cinquenta Tons de Cinza e Jogos Vorazes

    Stephen King, mestre da literatura de terror e suspense, não ficou nada impressionado ao ler alguns dos maiores best-sellers da atualidade. Em entrevista ao jornal The Guardian, o escritor detonou a Saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer; Jogos Vorazes, de Suzanne Collins; e Cinquenta Tons de Cinza, de E.L. James. King, no entanto, elogiou Morte Súbita, o novo livro de J.K. Rowling, autora de Harry Potter, chamando-o de “fabuloso”.

    O escritor, cujas obras foram adaptadas para mais de 50 filmes, lê obras modernas por interesse profissional. Sobre Crepúsculo, o qual classifica como “pornô para pré-adolescentes”, reclamou, “Eles não são sobre vampiros ou lobos. Eles são sobre como o amor de uma garota pode transformar um cara mau em um cara bom”.
    “Eu li Crepúsculo e não senti vontade de continuar. Eu li Jogos Vorazes e não senti vontade de continuar. Não é diferente de O Gladiador, um filme em que pessoas assistem a outras pessoas serem mortas, uma sátira aos reality shows“.
    “Eu li Cinquenta Tons de Cinza e não senti vontade de continuar. Eles chamam isso de pornô para mamães, mas não é isso. Ele é bem direcionado pelo sexo e é para mulheres entre, digamos, 18 e 25 anos”, acrescentou.
    Stephen King lançará, na próxima quinta-feira (26), a sequência do livro O Iluminado. Intitulado Doctor Sleep, a obra mostrará Danny Torrance – o menininho estranho do filme – 40 anos após a tragédia ocorrida no Hotel Overlook. Já adulto, Danny visita pacientes que estão em fase terminal para guiá-los durante a passagem para uma outra vida.
    fonte: http://virgula.uol.com.br/diversao/literatura/stephen-king-detona-crepusculo-porno-para-pre-adolescentes#
  • Dia nacional do livro infantil

    A data foi criada em 2002 em homenagem a Monteiro Lobato que foi um dos principais autores da Literatura Infanto-Juvenil Brasileira .
    Nascido na cidade de Taubaté, em São Paulo (SP), José Bento Renato Monteiro Lobato foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX, importante editor de livros inéditos e autor de relevantes traduções. Após sua morte, em julho de 1948, suas obras foram eternizadas na literatura brasileira e são, ainda hoje, leitura obrigatória na educação básica brasileira.
    Personagens criados por Monteiro Lobato – “Sítio do Pica-Pau  Amarelo”
    Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, e no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil.
    Homenagem de Maurício de Souza ao Dia Nacional do Livro

     

    Homenagens postadas no Facebook
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  • Dia Nacional do Design

    “Porque os livros ficam bem mais legais com ele.”

  • Que tal histórias de medo?

    Para quem gosta de sustos e coisas do gênero, recomendo os livros do grande mestre do terror, Stephen King. Vários títulos seus viraram roteiros de cinema, como “O iluminado”, “Carrie, a estranha” e tantos outros que vale a pena uma busca por sua bibliografia e se deliciar com ela. Sempre gostei e continuo gostando muito desse autor americano do estado do Maine. Bons sustos!
  • Dia Nacional do Livro

    Um grande VIVA ao grande portador de conhecimento, sonhos e passaporte para vidas e futuros melhores.

     

  • 15 de outubro – Dia do professor!

    Um agradecimento especial aos que, mesmo sem saber, mostraram-me o prazer e a importância da leitura em minha vida. Sem eles não teria aberto meus sonhos para outras crianças, como a que fui um dia. Feliz dia dos professores Dona Maria dos Anjos, Dona Nilza (in memorian) e D. Maria Amélia. Onde estiverem recebam o meu carinho e o meu melhor abraço!
  • Bienal do Livro de Minas

    De 18 a 27 de maio no Expominas – BH
    Bienal do Livro de Minas
  • Dia Mundial do Livro

    Faz sentido que o Dia Internacional do Livro  seja comemorado dia 23, pelo mundo afora. A data, estabelecida em  caráter definitivo pela Unesco em 1996, homenageia dois gigantes máximos da  literatura ocidental. O 23 de abril seria, por uma lenda repetida  universalmente, o dia em que morreram, no mesmo ano, o espanhol Miguel de  Cervantes (1547 – 1616), o inventor do romance moderno com Dom Quixote,  e o inglês William Shakespeare (1564 – 1616), o inventor do humano, como o chama  Harold Bloom.
    Trata-se de uma das mais instigantes mitologias  do universo literário, uma lenda que dota o terreno profano da literatura de uma  data mágica ao estilo das Vidas de Santos (que antes eram muito mais comuns em  livro). Dois dos pilares da literatura mundial viveram de fato na mesma época,  mas a predestinação histórica que os teria feito partir ao mesmo tempo é  ficção.
    Para começar, da biografia de Shakespeare, autor  de obras onipresentes em praticamente todo o mundo, sabe-se muito pouco. Embora  tenha deixado quase 1 milhão de palavras de texto, apenas 14 delas são  comprovadamente de seu próprio punho: o nome assinado seis vezes e as palavras “por mim” em seu testamento, como conta um de seus biógrafos, Bill Bryson, em Shakespeare: a Vida É um Palco. Há pouca informação mesmo sobre o dia  de seu falecimento – têm-se registros de seus funerais, mas não a data  exata do óbito.
    Mesmo que tenha sido 23 de abril a data da morte  de Shakespeare, não teria sido no mesmo 23 de abril de Cervantes pelo simples  motivo de que, na época, a Espanha, onde Cervantes vivia, havia adotado, como  bom país católico, o calendário imposto pelo papa Gregório em 1582. E  Shakespeare vivia na Inglaterra protestante, frequentemente hostilizada pelo  reino espanhol a serviço do Vaticano, e que ainda marcava o tempo pelo  Calendário Juliano. A Inglaterra só adotaria o Calendário Gregoriano em 1751.  Shakespeare, portanto, teria morrido no dia 3 de maio – 10 dias após o  espanhol.
    Mas quem vai dizer que a história não é boa?  Sendo assim, para que insistir tanto na picuinha das datas? Para lembrar,  talvez, que a literatura é em última instância uma construção paradoxalmente  individual (na mente e no coração de cada leitor) e coletiva (na transmissão de  leituras e cânones, de intepretações e até mesmo mitologias literárias com as  quais os leitores se comprazem).
    Fonte: Site Livros e poesias